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Implante dentário imediato com preservação alveolar guiada: uso estratégico do Extra Graft e membrana Cytoplast


Introdução

Colocar um implante logo após a perda de um dente pode ser uma excelente alternativa, principalmente quando falamos de dentes da frente, onde a estética é fundamental. No entanto, esse tipo de tratamento exige muito cuidado e planejamento, já que o principal objetivo não é apenas substituir o dente, mas também preservar o osso e a gengiva, garantindo um resultado natural e duradouro.

Após a extração de um dente, o organismo tende a perder volume ósseo e gengival na região. Por isso, um dos maiores desafios desse tipo de tratamento é controlar essa cicatrização e evitar alterações no contorno do sorriso. Para alcançar esse resultado, utilizamos técnicas minimamente invasivas associadas a biomateriais específicos, que ajudam o corpo a cicatrizar de forma mais previsível e segura.

Neste caso clínico, apresentamos uma abordagem cuidadosa: a remoção do dente de forma atraumática, seguida da instalação imediata do implante e da preservação do osso ao redor com o uso de um biomaterial chamado Extra Graft XG-13 e uma membrana especial de proteção, a Cytoplast. Esses materiais são indicados principalmente em situações em que não é possível colocar o dente provisório imediatamente sobre o implante, garantindo ainda assim a manutenção da estética e da saúde dos tecidos durante a cicatrização.

O caso clínico

Um paciente jovem, saudável, procurou atendimento após perder o dente da frente (dente 21) em decorrência de uma cárie extensa, que não permitia mais a recuperação do dente natural. A principal preocupação, nesse caso, era devolver o sorriso de forma segura, estética e funcional, respeitando o tempo biológico de cicatrização e evitando perdas ósseas que pudessem comprometer o resultado final.

Figura 1 – Aspecto clínico inicial e radiografia periapical constatando lesão de cárie extensa no dente 21.
Figura 1 – Aspecto clínico inicial e radiografia periapical constatando lesão de cárie extensa no dente 21.

Planejamento do sorriso

Antes de iniciar o tratamento, realizamos um planejamento digital do sorriso, uma etapa fundamental para garantir um resultado natural e harmonioso. Esse planejamento é feito por meio de um recurso chamado Digital Smile Design (DSD), que utiliza fotos, vídeos e imagens digitais para analisar o sorriso do paciente de forma detalhada.

Com o DSD, conseguimos avaliar:

  • A simetria do sorriso

  • O tamanho e a proporção dos dentes

  • A posição e a altura da gengiva

Essa análise nos permite visualizar o resultado desejado antes mesmo de iniciar a cirurgia, tornando o tratamento mais previsível e personalizado.

No caso deste paciente, o planejamento digital mostrou que a gengiva na região do dente perdido havia se deslocado levemente para cima, deixando o dente com aparência mais curta. Esse achado reforçou a importância de preservar o contorno gengival e o suporte dos tecidos ao redor do implante, já que qualquer perda de volume poderia comprometer a estética do sorriso no futuro.

Por isso, todo o tratamento foi pensado não apenas para substituir o dente, mas para manter a gengiva saudável, bem posicionada e com aparência natural, garantindo um resultado estético mais estável e duradouro.


Figura 2 – Aspecto clínico no DSD e planejamento da margem gengival e dente no DSD.
Figura 2 – Aspecto clínico no DSD e planejamento da margem gengival e dente no DSD.

Exames e planejamento digital da cirurgia

Após o planejamento do sorriso, realizamos uma tomografia computadorizada da região, um exame de imagem que nos permite visualizar o osso em três dimensões. Diferente de uma radiografia comum, a tomografia mostra com precisão a altura, a espessura e a qualidade do osso, além da posição de estruturas anatômicas importantes.

Com essas informações, o planejamento da cirurgia foi feito em um software específico de planejamento digital, chamado Blue Sky Plan. Esse sistema permite simular virtualmente a posição do implante antes da cirurgia, definindo com exatidão onde ele deve ser colocado para alcançar o melhor resultado possível.

Esse tipo de planejamento traz mais segurança, pois permite:

  • Posicionar o implante de forma precisa

  • Respeitar estruturas anatômicas importantes

  • Planejar a posição do implante pensando no dente final, e não apenas no osso

Dessa forma, a cirurgia deixa de ser baseada apenas na experiência clínica e passa a ser guiada também por tecnologia digital, aumentando a previsibilidade do tratamento e contribuindo para um resultado funcional e estético mais natural.


Figura 3 – Imagem de corte transversal do dente 21.
Figura 3 – Imagem de corte transversal do dente 21.

Como foi realizada a cirurgia

A cirurgia começou com a remoção cuidadosa do dente comprometido, feita de forma minimamente invasiva. Esse tipo de técnica tem como principal objetivo preservar ao máximo o osso ao redor do dente, o que é fundamental para o sucesso do implante e para manter a estética do sorriso.

Após a remoção do dente, o local foi preparado com instrumentos específicos e muita precisão. Durante essa etapa, a posição do implante foi constantemente conferida, garantindo que ele fosse colocado no ângulo correto e exatamente na posição planejada anteriormente no ambiente digital. Esse cuidado é essencial para que o implante fique bem alinhado e para que o futuro dente tenha uma aparência natural.

Em seguida, foi instalado um implante da marca Implacil Osstem, posicionado conforme o planejamento realizado previamente. Após a instalação, utilizamos um equipamento chamado Osstell, que avalia a estabilidade do implante no osso. Esse exame não causa dor e serve para medir o quanto o implante está firme naquele momento.

No caso deste paciente, a medição mostrou que o implante ainda não estava suficientemente estável para receber um dente provisório imediatamente. Por isso, optamos por uma abordagem mais segura: o implante foi protegido e deixado em cicatrização interna, respeitando o tempo necessário para que ele se integre completamente ao osso.

Para evitar a perda de osso e preservar o formato da gengiva, realizamos um procedimento de preservação óssea ao redor do implante. Foi utilizado um biomaterial chamado Extra Graft XG-13, que ajuda a manter o volume ósseo durante a cicatrização. Sobre esse enxerto, foi posicionada uma membrana especial de proteção, a Cytoplast, que funciona como uma barreira, protegendo a região e guiando a regeneração dos tecidos.

Essa combinação de materiais cria um ambiente favorável para a cicatrização, protegendo o implante e ajudando o corpo a reconstruir o osso e a gengiva de forma controlada e previsível.

Após dez dias, os pontos foram removidos, com excelente aspecto de cicatrização e sem sinais de inflamação. Cerca de três semanas após a cirurgia, a membrana de proteção foi retirada de maneira simples, rápida e sem a necessidade de uma nova cirurgia, permitindo que o processo de cicatrização seguisse de forma natural.


Figura 4 – Dez dias de pós-operatório: remoção da sutura.
Figura 4 – Dez dias de pós-operatório: remoção da sutura.

Figura 5 – 21 dias de pós-operatório: remoção da Cytoplast.
Figura 5 – 21 dias de pós-operatório: remoção da Cytoplast.

O dente provisório durante a cicatrização

Para manter a estética do sorriso durante o período de cicatrização do implante, foi confeccionado um dente provisório planejado digitalmente e produzido em impressora 3D. Esse provisório foi desenhado previamente em um software específico, o que garantiu um formato adequado e um encaixe preciso desde o início.

Esse dente provisório não foi apoiado diretamente sobre o implante. Em vez disso, ele foi fixado de forma discreta aos dentes vizinhos, funcionando como uma solução estética temporária. Dessa maneira, foi possível preservar a aparência do sorriso sem colocar carga ou pressão excessiva sobre o implante recém-instalado.

Além de devolver a estética, esse provisório teve um papel importante na gengiva. Seu formato foi pensado para exercer uma pressão leve e controlada, ajudando a manter o contorno gengival e a forma natural da região onde o dente definitivo seria instalado no futuro.

Como o provisório não recebia forças da mastigação, o implante pôde cicatrizar com segurança, permitindo que o osso se integrasse corretamente ao implante durante essa fase crítica do tratamento.


Figura 6 – Provisório impresso em 3D com aletas adesivas nos dentes 11 e 22 e provisório cimentado, preservando o espaço edêntulo e a arquitetura gengival.
Figura 6 – Provisório impresso em 3D com aletas adesivas nos dentes 11 e 22 e provisório cimentado, preservando o espaço edêntulo e a arquitetura gengival.

Retorno para a fase protética

Após cerca de seis meses, período necessário para que o implante se integrasse completamente ao osso, o paciente retornou para dar início à fase protética, ou seja, à etapa de confecção do novo dente.

Nesse momento, foi instalado sobre o implante um componente chamado pilar, que faz a ligação entre o implante e o dente. Utilizamos um pilar da marca Implacil Osstem, escolhido de acordo com as características da gengiva e do osso do paciente, garantindo um encaixe preciso e confortável.

A partir desse componente, realizamos um escaneamento digital, sem a necessidade de moldagens convencionais. Esse escaneamento permitiu criar um dente provisório com alto nível de precisão, produzido em laboratório a partir de um material resistente e estético.

Esse novo provisório foi fixado diretamente sobre o implante e permaneceu em uso por aproximadamente três meses. Durante esse período, ele teve uma função muito importante: ajudar a gengiva a se adaptar e ganhar o formato ideal ao redor do implante. Esse processo, chamado de condicionamento gengival, é essencial para que o dente definitivo tenha um encaixe natural e um aspecto estético harmonioso.

Ao final dessa fase, a gengiva já apresentava um contorno estável e bem definido, criando as condições ideais para a confecção do dente definitivo.


Figura 7 – Vista oclusal evidenciando a maturação tecidual e a formação de um perfil de emergência estável ao redor do pilar Ideale, resultado do condicionamento com provisório.
Figura 7 – Vista oclusal evidenciando a maturação tecidual e a formação de um perfil de emergência estável ao redor do pilar Ideale, resultado do condicionamento com provisório.

Preparação do dente definitivo

Quando a gengiva já estava totalmente cicatrizada e com o formato adequado, realizamos um novo escaneamento digital da boca. Esse escaneamento serviu para confeccionar uma peça personalizada que fica entre o implante e o dente definitivo.

Essa peça foi feita em zircônia, um material cerâmico resistente e muito bem aceito pelo organismo. Ela foi produzida sob medida, seguindo exatamente o formato que a gengiva havia adquirido com o uso do dente provisório. Isso garantiu um encaixe natural e uma transição suave entre o implante, a gengiva e o novo dente.

Após pronta, essa peça foi fixada com precisão sobre o implante, formando uma base firme e segura para a instalação do dente definitivo, sempre respeitando a saúde da gengiva e buscando o melhor resultado estético possível.


Figura 8 – Munhão personalizado em zircônia sobre modelo de trabalho, demonstrando adaptação ao perfil gengival previamente estabelecido e anatomia otimizada para suporte da coroa definitiva.
Figura 8 – Munhão personalizado em zircônia sobre modelo de trabalho, demonstrando adaptação ao perfil gengival previamente estabelecido e anatomia otimizada para suporte da coroa definitiva.

Por que escolhemos a zircônia?

A peça que fica em contato com a gengiva foi confeccionada em zircônia e recebeu apenas um polimento fino, sem pintura ou revestimentos artificiais. Isso deixa a superfície mais lisa e natural, o que ajuda a gengiva a se adaptar melhor ao redor do implante.

Esse tipo de acabamento é importante porque dificulta o acúmulo de bactérias e favorece a saúde da gengiva ao longo do tempo. Na prática, isso significa menos inflamação, maior conforto e um ambiente mais estável ao redor do implante.

Além dos benefícios para a saúde, a zircônia também traz vantagens estéticas. Por ser um material claro, semelhante à cor do dente natural, ela evita aquele aspecto escurecido da gengiva que pode acontecer quando se utilizam peças metálicas, principalmente em pacientes com gengiva mais fina.

Como essa peça foi feita sob medida, respeitando exatamente o formato que a gengiva adquiriu durante o tratamento, o resultado final apresenta uma transição natural entre a gengiva e o dente, com melhor preenchimento da região próxima à raiz e suporte adequado para as papilas, contribuindo para um sorriso mais harmônico e natural.


Figura 9 – Munhão personalizado de zircônia parafusado sobre o pilar Ideale perfeitamente integrado ao contorno gengival, refletindo o sucesso do condicionamento tecidual prévio e a precisão do planejamento reverso.
Figura 9 – Munhão personalizado de zircônia parafusado sobre o pilar Ideale perfeitamente integrado ao contorno gengival, refletindo o sucesso do condicionamento tecidual prévio e a precisão do planejamento reverso.

Resistência, durabilidade e o dente definitivo

Além de ser um material muito bem aceito pela gengiva, a zircônia também é extremamente resistente. Isso significa que ela suporta bem o uso diário, como mastigar e falar, oferecendo segurança e durabilidade ao tratamento ao longo do tempo.

Como essa peça foi feita sob medida para o paciente, ela também facilita a higienização e ajuda a manter a gengiva saudável e estável ao redor do implante. Esses cuidados são fundamentais para que o resultado seja não apenas bonito, mas também funcional e duradouro.

Com a gengiva completamente cicatrizada e estabilizada, foi possível finalizar o tratamento com a confecção do dente definitivo. Para isso, utilizamos uma cerâmica de alta qualidade chamada dissilicato de lítio, produzida com tecnologia digital de alta precisão.

Esse material foi escolhido porque consegue reproduzir com muita fidelidade a cor, o brilho e a transparência dos dentes naturais, permitindo um encaixe preciso e um resultado estético muito natural, especialmente em dentes da frente.


Figura 10 – Coroa de dissilicato de lítio finalizada sobre modelo de trabalho, com adaptação precisa e contorno cervical compatível ao perfil de emergência previamente estabelecido.
Figura 10 – Coroa de dissilicato de lítio finalizada sobre modelo de trabalho, com adaptação precisa e contorno cervical compatível ao perfil de emergência previamente estabelecido.

Instalação do dente definitivo

O dente definitivo foi fixado sobre a base de zircônia, formando um conjunto totalmente cerâmico, sem uso de metal. Essa escolha permite um resultado mais natural, tanto do ponto de vista estético quanto da saúde da gengiva.

Como não há metal envolvido, foi possível posicionar a união entre o dente e a base de forma discreta, levemente abaixo da gengiva, sem risco de escurecimento da região. Isso ajuda a manter um contorno gengival harmonioso, com aparência natural e bom selamento, reduzindo a chance de infiltrações ou desconfortos ao longo do tempo.

O resultado é um dente bem adaptado, estável e integrado à gengiva, respeitando a estética do sorriso e a durabilidade do tratamento.


Figura 11 – Imagem radiográfica da coroa de dissilicato cimentada sobre munhão personalizado de zircônia, com adaptação precisa e selamento marginal adequado.
Figura 11 – Imagem radiográfica da coroa de dissilicato cimentada sobre munhão personalizado de zircônia, com adaptação precisa e selamento marginal adequado.

O resultado final foi uma reabilitação estética de alta performance, em que cada etapa — do implante à coroa — foi conduzida de forma integrada, respeitando os princípios biológicos, preservando os tecidos moles e restabelecendo com precisão a forma, função e estética do dente perdido.


Figura 12 – Resultado final da reabilitação unitária com coroa em dissilicato de lítio, destacando a harmonia estética e a integração tecidual obtidas por meio de um planejamento criterioso e execução precisa em todas as fases do tratamento.
Figura 12 – Resultado final da reabilitação unitária com coroa em dissilicato de lítio, destacando a harmonia estética e a integração tecidual obtidas por meio de um planejamento criterioso e execução precisa em todas as fases do tratamento.

Considerações finais

O sucesso de um implante, especialmente em dentes da frente, depende de um tratamento bem planejado, realizado em etapas e com o uso de materiais adequados. Neste caso, cada fase foi pensada para preservar o osso, a gengiva e a estética do sorriso, sempre respeitando o tempo natural de cicatrização do organismo.

Durante a cirurgia, o uso de um enxerto ósseo e de uma membrana de proteção foi fundamental para manter o volume do osso e permitir uma cicatrização segura, mesmo sem a colocação imediata do dente sobre o implante. Essa abordagem ajuda a evitar retrações gengivais e contribui para um resultado mais estável a longo prazo.

Na fase protética, o uso de dentes provisórios e peças feitas sob medida permitiu que a gengiva se adaptasse gradualmente, alcançando um formato natural antes da colocação do dente definitivo. A escolha de materiais cerâmicos modernos garantiu não apenas resistência, mas também um excelente resultado estético, sem escurecimento da gengiva.

O resultado final foi um dente com aparência natural, gengiva saudável e função totalmente restabelecida. A combinação entre planejamento digital, técnica cuidadosa e materiais de alta qualidade permite tratamentos mais previsíveis, seguros e duradouros, devolvendo o sorriso e a confiança ao paciente.


Sobre os autores

Dr. Felipe Pohlmann é Cirurgião-dentista, especialista em Implantodontia e Odontologia Digital, mestre em Odontologia pela PUC-RS e atualmente doutorando em Odontologia pela PUC-RS. Atua na clínica com foco em reabilitações estéticas sobre implantes, planejamento digital e técnicas cirúrgicas refinadas, sempre buscando união entre biologia, tecnologia e previsibilidade clínica. Além da prática clínica, é consultor científico da Implacil de Bortoli, participando de projetos técnicos e educacionais na área de implantodontia.


Dra. Thayane Furtado é Cirurgiã-dentista com sólida formação em Implantodontia, é doutora em Odontologia com concentração em Implantodontia pela Universidade de Guarulhos e mestre em Odontologia com foco em Implantodontia pela SLMANDIC. Também possui múltiplas especializações, incluindo Implantodontia, Prótese Dental, Estomatologia e Radiologia Odontológica, além de formação em Odontologia Estética e Odontologia Digital. É consultora científica da Implacil de Bortoli e atua na educação continuada, ministrando palestras e cursos sobre reabilitação oral, biomateriais e técnicas avançadas em implantodontia.


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12 comentários

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Jaqueline Abrantes
01 de fev.
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Estou pesquisando tratamento aqui na região de Canela e esse conteúdo ajudou bastante.

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Felipe Pohlmann
Felipe Pohlmann
01 de fev.
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Que bom saber disso, Jaqueline! A ideia é justamente ajudar quem está pesquisando opções de tratamento aqui em Canela a entender melhor cada possibilidade antes de decidir.

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Maurélio da Silva
01 de fev.
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Nota 10!

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Felipe Pohlmann
Felipe Pohlmann
01 de fev.
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Obrigado, Maurélio! Fico feliz que tenha sido útil — sempre busco explicar de forma clara e direta.

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Mariana Belatorre
01 de fev.
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Excelente conteúdo!

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Felipe Pohlmann
Felipe Pohlmann
01 de fev.
Respondendo a

Obrigado, Mariana! Informação bem explicada faz toda diferença na hora de planejar um tratamento com segurança.

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Helena Hauser
31 de jan.
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

disso que eu preciso

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Felipe Pohlmann
Felipe Pohlmann
01 de fev.
Respondendo a

Que bom ler isso, Helena! Quando a gente entende bem as opções, a decisão da escolha de dentista e tratamento fica muito mais tranquila.

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Fernanda Alves
31 de jan.
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Que bom saber disso! Gostei!

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Felipe Pohlmann
Felipe Pohlmann
01 de fev.
Respondendo a

Obrigado, Fernanda! Fico feliz que tenha ajudado — esse é exatamente o objetivo do conteúdo.

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